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Conheça os tipos de medicamentos

Afinal, o que diferencia um medicamento genérico de um similar? Esse é um tipo de dúvida comum no dia a dia de pacientes e clientes de farmácias e clínicas. 


Entender a variedade de medicamentos e suas diferenças é um fator essenciais para os profissionais da saúde, assim, eles podem garantir que os pacientes recebam orientações certas e seguras. Essa também é uma dúvida do público geral, já que existem medicamentos que não precisam de prescrição médica. Vamos abordar sobre o grupo de medicamentos e suas diferenças:

Medicamentos de referência

São os medicamentos originais, desenvolvidos junto com a Anvisa a partir de pesquisas científicas, que comprovam sua eficácia e segurança. Eles passam por um longo processo de testes clínicos antes de chegar ao mercado e servem como padrão de qualidade para os demais. Costumam ser mais caros, já que envolvem investimento em inovação e pesquisa.

Medicamentos genéricos

Os genéricos são versões que contêm o mesmo princípio ativo, na mesma dosagem e forma farmacêutica do medicamento de referência, garantindo o mesmo efeito. A maior diferença está no preço, geralmente mais acessível, pois não envolvem custos iniciais de desenvolvimento e pesquisa. No Brasil, os genéricos são identificados por uma tarja amarela na embalagem e a letra “G” em destaque.

Medicamentos similares

Os similares também possuem o mesmo princípio ativo, concentração e indicação que os medicamentos de referência. A principal diferença em relação aos genéricos está na apresentação, como no nome, embalagem e rótulo, que podem variar de acordo com o fabricante. Tendo uma eficácia comprovada, eles são considerados opções seguras para o uso.

Medicamentos Específicos

São produtos farmacêuticos com finalidade de prevenir, curar ou aliviar uma doença ou infecção. Não se enquadram nas categorias de medicamento como novo, genérico, similar, ou entre outros. O princípio ativo desses medicamentos não possui ensaio de bioequivalência, como por exemplo quando se fazem estudos clínicos, geralmente em voluntários, para medir como o corpo absorve o medicamento. Entre eles estão, por exemplo, medicamentos à base de vitaminas, minerais e aminoácidos que não necessitam de prescrição médica.

Além desses, ainda existem os medicamentos isentos de prescrição (MIPs), que estão disponíveis em farmácias e drogarias, sem a necessidade de prescrição médica. Mas apesar disso, pode possuir os requisitos de qualidade, segurança e eficácia exigidos pela Anvisa.

Por que entender essa variedade é importante?

Compreender as diferenças dos medicamentos ajuda a entender seu uso e orientar melhor os pacientes. Além disso, garante mais transparência na escolha entre as opções, seja pelo custo ou pela confiança na marca. 




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